Jaguaríndia Village homenageia a cultura indígena

A propriedade aposta no bem-estar com muitos espaços ao ar livre

Situado no litoral leste, a 130 km de Fortaleza, Fortim (CE) já se tornou o destino queridinho dos praticantes de kitesurf e vem atraindo um público que busca não somente a prática do esporte, mas também deliciosos dias de praia e descanso.

O Jaguaríndia Village é o terceiro empreedimento da família Chaufour, que foi a pioneira no desenvolvimento turístico de Fortim quando inaugurou o Vila Selvagem (2010) e o Jaguaribe Lodge (2017).

Em 2020, eu estive no vilarejo para conhecer o Vila Selvagem e o Jaguaribe Lodge – escrevi uma matéria sobre a história dos Chaufour e dos dois hotéis que você pode ler aqui.

Em novembro passado, viajei novamente para Fortim e me hospedei no Jaguaríndia que tinha acabado de ser inaugurado na praia de Canoé.

Jaguaríndia

Situado de frente para mar, o hotel está ao lado do Jaguaribe Lodge e próximo a confluência do mar com o Rio Jaguaribe. Uma região do litoral cearense de beleza única onde sopram bons ventos que atraem os amantes do kitesurf.

No coração do empreedimento, bem de frente para o mar, está a enorme piscina com borda infinita rodeada de espreguiçadeiras e algumas áreas cobertas com sofás. Um lugar para dar uma pausa e deixar o tempo passar enquanto curte um dia de sol na companhia de um bom livro.

O conceito do Jaguarindia vem de encontro com a necessidade imposta pela pandemia de lugares abertos e espaçosos. É exatamente isto que encontramos na propriedade de 50.000 m² com suas construções espalhadas pelo terreno

Alejandro Ureta, Gerente Geral do Jaguaríndia

A proposta de “reconectar com nossas raízes” foi o fio condutor de todo projeto que teve influência indígena da arquitetura e decoração aos amenities passando pelos produtos utilizados no spa, e reuniu um time de profissionais franco-brasileiros.

O arquiteto Marcos Campos e a designer de interiores Ana Carolina Moura, trabalharam em conjunto com as francesas, Anita Wiener, arquiteta e designer responsável pelo conceito rústico-contemporâneo dos mobiliários e de peças exclusivas desenvolvidas pelos artesãos locais da Arte e Madeira, e a artista plástica, Anne Brunet, que traduziu traços da cultura indígena local em painéis artísticos presentes em todo hotel.

Restaurante JAG

Assim como o projeto arquitetônico e de design de interiores, o restaurante JAG tem a influência dos dois países com o seu menu franco-brasileiro, assinado pelo chef frances Emmanuel Ruz em parceria com o brasileiro Marcel Coura.

Uma cozinha contemporânea com muitas receitas com frutos do mar e peixes. O café da manhã a la carte também merece destaque pela sua variedade de itens, que incluem pães e doces produzidos em padaria própria, localizada no Jaguaribe e que abastece os outros dois hotéis (Jaguarindia e Vila Selvagem).

O JAG está integrado à area da piscina e oferece ambiente interno e uma super varanda, perfeita para tomar café da manhã.

Acomodações

As 30 acomodações – entre bangalôs e villas – estão espalhadas pelo amplo gramado e divididas em oito categorias. Os bangalôs casal ou familia – com ou sem piscina – ficam próximo à praia. Eles podem estar totalmente de frente para o mar (Bangalôs Oceano) ou vista do mar e coqueiral (Bangalôs Coqueiral).

Enquanto as villas ficam na parte posterior do terreno – de frente para o imenso jardim que se conecta com a área do spa – e podem ser com dois quartos (Villa Jardim) ou três quartos (Villa Gran Jardim).

Fiquei no Bangalô Oceano e achei bem espaçoso e confortável. Armários grandes com portas lindas em treliça, desk para trabalhar, sofa e uma cama no centro. Nos bangalôs não há televisão, mas quem precisa de assistir TV neste paraíso?

Bem-estar

Espaços ao ar livre, aulas de yoga e terapias corporais/faciais são ingredientes essencias (e perfeitos) para promover o bem-estar aos hóspedes, ainda mais em tempos pandêmicos. E o Jaguaríndia conseguiu reunir tudo isso!

O Ywi Spa foi projetado pensando na conexão com a natureza por meio de suas áreas abertas – como a sala de yoga voltado para um espelho d’água e e as chaises para relaxamento espalhadas pelo jardim e ao redor da piscina, conectada com a sauna a vapor.

A linha de produtos utilizada no spa (e também nos quartos)  foi desenvolvida pelas comunidades ribeirinhas da Amazônia para que os hóspedes possam se conectar com a natureza.

As áreas do spa são bem aconchegantes e ideais para curtir o fim de tarde, antes ou depois de uma massagem, assim como as jacuzzis do Kanui Bar.

Onde fica o Jaguaríndia?

 

Fotos: Alessandra Leite e Divulgação

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